Potencial produtivo de forrageiras estivais perenes e anuais, no sul do Brasil

Andressa Bruna Vasum, Geovane Ruschel, Jonas Schleicher, Jonas Marcelo Ramon, Cláudia Klein, Diego Prado de Vargas

Resumo


A utilização de pastagens para a alimentação de ruminantes auxilia na diminuição dos custos de produção, aumentando a viabilidade da atividade. Com o objetivo de avaliar a potencialidade de produção de matéria seca (MS) e teores de proteína bruta (PB) de pastagens estivais perenes e anuais no sul do Brasil, conduziu-se um experimento fatorial em blocos casualizados, com 5 repetições de quatro forrageiras estivais, duas anuais (Milheto ou Pennisetum glaucum (L.) R. BR. e capim Sudão ou Sorghum bicolor cv. sudanense), e 2 perenes (Jiggs ou Cynodon dactilon sp. cv. Jiggs e Braquiária mulato II ou Brachiaria hibrida cv. Mulato II), totalizando 20 parcelas de 2,25 m2 (1,5 m x 1,5 m), com um metro de espaçamento entre si. Através de um quadrado de 0,25 m² (50 cm x 50 cm), lançado aleatoriamente em cada parcela, foram coletadas através de simulação de pastejo, amostras das cultivares, que foram analisadas quanto a produção de MS e teores de PB. Verificou-se maior potencialidade de produção em MS e teores médios de PB nas pastagens estivais perenes. O Jiggs apresentou uma produção acumulada em 4 cortes de 14.528 Kg de MS/ha e teores médios de PB de 11,35%. A Braquiária mulato II mostrou o melhor rendimento produtivo no segundo corte (4.036 kg de MS/ha) e teores médios de PB (10,28%) maiores que as pastagens estivais anuais, no entanto atingiu sua altura ideal de coleta somente em dois momentos (primeiro e segundo corte).

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/cp.v31i1.13012

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