A ABORDAGEM NEOCLÁSSICA SOBRE A COBRANÇA PELO USO DA ÁGUA DÁ CONTA DA REALIDADE?

Amalia Maria Goldberg Godoy

Resumo


Os neoclássicos defendem que o mercado garante o equilíbrio entre a disponibilidade e a demanda das águas e que a cobrança altera para melhor o comportamento dos agentes. Os objetivos do artigo são discutir os limites dessa abordagem, apresentar alguns resultados internacionais assim como discutir o conceito de campo, proposto por Fligstein (2001) e Bourdieu (1990), que rompe com esta lógica predominante e se mostra como uma alternativa de análise da implantação dos comitês de bacia hidrografica. O campo representa a relação de força ou poder entre os agentes. Nessa nova perspectiva teórica, os preços são resultados das opções, negociações e dinâmicas sociais existentes nos comitês e não de mecanismos de mercado.

Palavras-chave


, cobrança, recursos hídricos, Bourdieu, Fligstein

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/cepe.v0i34.1678

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