ESTRUTURA FUNDIÁRIA E DESENVOLVIMENTO HUMANO: UMA ANÁLISE PARA AS MICRORREGIÕES DO RIO GRANDE DO SUL

Adilson Giovanini, Solange Regina Marin, Clailton Ataídes, Marcelo Arend

Resumo


A partir da perspectiva do desenvolvimento como expansão das capacitações de Amartya Sen, o artigo testa a hipótese de que a concentração fundiária pode ser um fator prejudicial ao desenvolvimento humano nas microrregiões do Rio Grande do Sul. A pesquisa se caracteriza como histórico-empírica na medida em que busca na história a contextualização da atual estrutura fundiária e estatística e econométrica uma vez que estima a relação entre indicadores de desenvolvimento humano e de estrutura fundiária. Para tanto, calcula-se a correlação e ajustam-se regressões múltiplas entre indicadores de estrutura fundiária e de desenvolvimento humano. Um dos resultados encontrados é o de que as microrregiões com uma estrutura fundiária mais desigual possuem piores indicadores de expectativa de vida ao nascer.

Palavras-chave


estrutura fundiária; desenvolvimento humano; Rio Grande do Sul

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/cepe.v0i34.2279

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