A PRODUÇÃO VITIVINÍCOLA DA SERRA GAÚCHA – BRASIL E DE MENDONZA - ARGENTINA: UMA ANÁLISE COMPARATIVA A LUZ DAS TEORIAS DE DESENVOLVIMENTO REGIONAL

Cilane Vieira, Carla Albert, Izete P. Bagolin,

Resumo


A importância da localização das atividades produtivas e da população,
bem como dos seus determinantes, tem recebido atenção crescente na
literatura nas últimas décadas e, com isso, tornado ainda mais evidente a
necessidade de um melhor entendimento da complexidade envolvida nesse
debate. Desde os modelos pioneiros de Von Thunen e Weber até os mais
recentes desdobramentos da Nova Geografia Econômica (NGE), muitos
elementos tais como localização da mão-de-obra, minimização de custos,
proximidade do mercado consumidor, etc. foram considerados “fundamentais”
pelos teóricos envolvidos neste debate para explicar a localização das
atividades e o desenvolvimento das regiões. Este estudo perseguiu dois
objetivos principais. O primeiro deles foi discutir a aplicabilidade/adaptabilidade
das teorias de desenvolvimento regional para explicar a realidade em foco. O
segundo buscou analisar, comparativamente, as regiões escolhidas
identificando os elementos determinantes que caracterizam o desenvolvimento
das mesmas. Os resultados mostram que os modelos acompanharam a
complexidade dos mercados de cada época e, portanto, servem como
instrumento para analisar e entender o contexto de uma região em um dado
momento e nortear as políticas públicas que visem o desenvolvimento regional.

Palavras-chave


Vitivinicultura, localização espacial, modelos regionais.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/cepe.v0i26.405

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