A ESCRAVIDÃO E OS FOCOS DE RESISTÊNCIA EM RIO PARDO

Maximiliano Meyer, Roberto Radünz, Olgário Paulo Vogt

Resumo


Este artigo analisa três crimes encontrados no Arquivo Público do Estado do Rio Grande do Sul, casos esses ocorridos no terceiro quartel do século XIX na região da cidade de Rio Pardo. O objetivo do texto é evidenciar e discutir, através desses processos crime, como operou a resistência escrava na região. Crimes como o de Jordão, um cativo que fazia parte de um esquema de roubo e venda de mercadorias; Nazário, menor de idade que matou com brutalidade sua senhora devido a castigos recebidos; e uma tentativa de insurreição para libertar escravos, liderada por Manoel Botelho, um desertor do exército imperial brasileiro. Este texto também procura abordar elementos referentes à escravidão no que tange ao preço de compra e de venda de cativos e sobre os crimes mais comuns e suas referentes penas no período mencionado.

Palavras-chave


Escravidão; Rio Pardo; Resistência Escrava

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/rjp.v0i1.2866



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