“12 ANOS DE ESCRAVIDÃO” E A PAIXÃO PELO REAL

Luís Gustavo Finger de Oliveira, Gabriel Steindorff, Fabiana Quatrin Piccinin

Resumo


Este artigo propõe uma reflexão sobre as narrativas audiovisuais contemporâneas marcadas pelo choque do real ou pela paixão pelo real. Em perspectivas semelhantes, os autores defendem a ideia de que, diante da experiência virtualizada e fragmentada atual, as produções audiovisuais construídas a partir da estética realista buscam ofertar um real mais real do que o real, portanto, explícito e contundente, buscando reduzir as mediações e artifícios em seu narrar. A observação deste fenômeno, bem como o estudo das estratégias de autenticação da linguagem audiovisual foram feitas no filme “12 Anos de Escravidão”, de Steve McQueen, vencedor de três Oscars e integrante de uma safra de filmes oscarizados que, em boa parte, foram resultantes da retratação de histórias reais de anônimos.

Palavras-chave


Real. Estética. Cinema. Narrativa. Choque do real.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.17058/rjp.v5i3.5694



Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.


Disponibilidade para depósito: permite o depósito das versões pré-print e pós-print de um artigo


PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO


Av. Independência, 2293
CEP 96815-900 - Santa Cruz do Sul - RS
Bloco 25 - Sala 2501
Fone: +55-51-3717-7341