QUANDO SE FALA EM DOENÇA DE ALZHEIMER: O PAPEL DO FAMILIAR CUIDADOR DE IDOSOS

Vanessa Monigueli Giehl, Juliana Rohde, Silvia Virginia Coutinho Areosa, Leonia Capaverde Bulla

Resumo


A longevidade no Brasil é um fato recente que representa grandes desafios, considerando as projeções realizadas para 2025, no qual o país será o 6º no mundo em número de idosos. Atrelado a este aspecto, projeta-se um aumento considerável das doenças crônico-degenerativas, em especial a Doença de Alzheimer (DA). Por ser uma patologia incapacitante e irreversível, surge a demanda e a necessidade de alguém realizar os cuidados especiais e permanentes do sujeito acometido. Este trabalho é um recorte dos dados obtidos ao longo do desenvolvimento do projeto de pesquisa “Qualidade de vida do familiar cuidador de idosos portadores da Doença de Alzheimer e suporte social”. A pesquisa de metodologia qualitativa trabalhou com análise de conteúdo e dentre as categorias destacaram-se quatro delas, que serão apresentadas neste trabalho: a decisão de cuidar; os sentimentos que o ato de cuidar gera; o stress do cuidador e o relacionamento dos familiares de DA. Os resultados apontam que o cotidiano do portador de DA se modifica de forma acentuada em relação à dependência, autonomia e a capacidade de decisão, por isso a necessidade fundamental de estudos que identifiquem esta realidade e ampliem a rede de apoio.

Palavras-chave


Doença de Alzheimer. Cuidador familiar. Qualidade de vida.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/rjp.v5i3.5739



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