Ottocodificação e análise altimétrica e da precipitação pluviométrica da bacia hidrográfica do Rio Canoas na fronteira entre o Rio Grande do Sul e Santa Catarina

Yuri Timm Muller, Fernanda Eimael Rolim, Francisco Fernando Noronha Marcuzzo

Resumo


Elaborar uma boa analise em grandes bacias é um desafio, pois organizar um sistema de fácil entendimento para o pesquisador é viável criar procedimentos que discretizem a bacia hidrográfica. Neste contexto, o presente estudo teve por objetivo a ottocodificação da bacia hidrográfica do rio Canoas (sub-bacia 71) em dois níveis, utilizando a metodologia desenvolvida por Otto Pfafstetter no ano de 1989. Assim, essa metodologia nos permite elaborar uma análise direcionada e concisa da altimetria e dos volumes de precipitação. O procedimento teve suporte do programa computacional de SIG (Sistemas de Informações Geográficas), em especial ArcGIS 10.2, modelo digital de elevação SRTM, com resolução de 30m. Integralizando todas essas informações chegam-se a resultados de área, coordenadas geodésicas dos exutórios, como também os municípios e o rio principal de cada sub-bacia codificada. A sub-bacia ottocodificada com maior área é a 717, com aproximadamente 3.589,41km², classificada como de nível 1, e seu porcentual em relação a sub-bacia 71 é de 26,67%, já em relação a sub-bacia ottocodificada de menor área é a 7185 classificada como de nível 2, apresenta uma área por volta de 3,06km² com um porcentual em relação a sub-bacia 71 de 0,02%. Na totalidade foram delimitadas 90 sub-bacias, sendo que nove delas são de nível 1 e 81 classificadas como de nível 2.

Palavras-chave


Sub-bacia 71; Otto Pfafstetter; Bacia do rio Uruguai.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.17058/tecnolog.v24i1.12757

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.


Disponibilidade para depósito: permite o depósito das versões pré-print e pós-print de um artigo