QUALIDADE DO AR INTERNO EM AMBIENTES CLIMATIZADOS – VERIFICAÇÃO DOS PARAMETROS FÍSICOS E CONCENTRAÇÃO DE DIÓXIDO DE CARBONO EM AGÊNCIA BANCÁRIA

Waldir Nagel Schirmer, Mariani Silvia Ester Szymanski, Mayara Ananda Gauer

Resumo


A presença de poluentes químicos e biológicos no ar interno de estabelecimentos públicos cria condições que podem comprometer a saúde e produtividade dos funcionários. Assim, estes estabelecimentos necessitam de sistemas de climatização bem projetados, que forneçam taxas de ventilação adequadas para garantir o conforto e bem-estar de seus ocupantes, bem como a assepsia dos ambientes. O objetivo deste trabalho foi avaliar a qualidade do ar interno (QAI) de um banco da região centro-sul do Paraná, através da verificação dos parâmetros físicos de conforto (temperatura, umidade relativa e velocidade do ar) e das concentrações de dióxido de carbono, seguindo-se a metodologia recomendada pela Resolução n° 09 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Os resultados obtidos permitiram afirmar que a QAI dos ambientes estudados está comprometida, já que alguns dos parâmetros avaliados apresentaram valores superiores aos recomendados pela referida norma. As altas concentrações de CO2 obtidas nestes ambientes podem ser justificadas pela falta de renovação de ar, uma vez que, os aparelhos de climatização destes ambientes são desprovidos desta função. Sugere-se que, para que se verifiquem melhorias na QAI, efetuem-se mudanças nos sistemas de climatização, fazendo-se uso daqueles projetados especialmente para tais tipos de ambientes e que contemplem a renovação do ar a taxas aceitáveis pela legislação vigente.

Palavras-chave


Agência bancária; Dióxido de carbono; Qualidade do ar interno

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/tecnolog.v13i1.686

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