Determinação do comprimento da estaca para a produção de mudas de pitaia (Hylocereus costaricensis) em ambiente protegido

Autores

  • Antonio Robson Moreira Universidade Federal de Santa Maria
  • Fernanda Ludmyla Barbosa de Souza Universidade Estadual do Oeste do Paraná
  • Raimundo Thiago Lima da Silva Universidade Federal Rural da Amazônia
  • Raimundo Leonardo Lima de Oliveira Universidade Estadual Paulista
  • Airton dos Santos Alonço Universidade Federal de Santa Maria
  • Cândido Ferreira de Oliveira Neto Universidade Federal Rural da Amazônia
  • Samara Ketely Almeida de Sousa Universidade Federal Rural da Amazônia

DOI:

https://doi.org/10.17058/tecnolog.v21i2.8734

Palavras-chave:

Propagação vegetativa, Cladódio, Cactaceae, Metabolismo CAM.

Resumo

O objetivo deste trabalho foi determinar o melhor comprimento da estaca para a produção de mudas de pitaia (Hylocereus costaricensis) em ambiente protegido. O experimento foi realizado na Universidade Federal Rural da Amazônia, Campus Capitão Poço – Pará, em delineamento inteiramente casualizado com cinco tratamentos e quatro repetições, sendo cada tratamento formado por um comprimento de estacas: 10 cm, 15 cm, 20 cm, 25 cm e 30 cm, formando 20 parcelas experimentais. Cada uma dessas parcelas foi composta por quatro estacas, totalizando 80 mudas. Com o surgimento dos primeiros brotos, deu-se início à avaliação dos seguintes parâmetros: altura da muda em cm (AL), número de brotos (NB), comprimento e diâmetro do primeiro broto emitido (CPB e DBI) e comprimento do segundo broto (CSB). Os resultados obtidos comprovam a eficácia da utilização de menores comprimentos de estacas, principalmente, quando ocorre escassez de material propagativo, já que o ponto de máxima emissão de brotações se deu próximo a estacas de 25 cm. No entanto, se houver abundância, estacas maiores podem proporcionar incrementos superiores em altura, diâmetro e comprimento das brotações emitidas. O comprimento das estacas influenciou ganho em altura, comprimento e diâmetro das brotações emitidas, apresentando uma relação positiva linear, ou seja, quanto maior a estaca, maiores os incrementos. Estacas de 25 cm podem ser utilizadas para a produção de mudas sem comprometer o número de brotações emitidas. O ponto de máxima emissão de brotações se deu em 24,11 cm, quando as mudas poderiam emitir, aproximadamente, três brotações.

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Publicado

2017-07-04

Edição

Seção

Tecnologia Ambiental