A percepção das mulheres privadas de liberdade acerca do início de sua vivência com o crime

Autores

  • Régis Maliszewski da Silva
  • Larissa Rael dos Santos
  • Lethicia Guedes de Freitas Oliveira
  • Mariana Elizabeth Ceris Burtett Gudino

DOI:

https://doi.org/10.17058/barbaroi.v0i57.14483

Palavras-chave:

Mulheres. Conflito com a Lei. Vida Criminal.

Resumo

Este estudo tem por finalidade compreender a percepção das mulheres privadas de liberdade em uma unidade prisional do Oeste do Paraná, com intuito de analisar seu início na vida criminal. Para tanto, utilizou-se dos métodos qualitativos e explicativos. O método qualitativo avalia individualmente cada uma das participantes e o método explicativo visa identificar os fatores que contribuem ou determinam para a ocorrência dos fenômenos. Como instrumento para a coleta de dados, o estudo pautou-se em entrevistas semiestruturadas realizadas com uma amostra de cinco participantes. Todas as entrevistas foram gravadas em áudio, transcritas e categorizadas de acordo com os objetivos. Como principal resultado, verificou-se que de maneira geral, a necessidade financeira é o principal motivo para a entrada e permanência da mulher no crime, contudo também há outros fatores desencadeadores, sendo estes, morte do companheiro, doença em algum membro da família e até mesmo o envolvimento com as drogas, contrastando, em alguns aspectos, a literatura vigente.

Biografia do Autor

Régis Maliszewski da Silva

Psicólogo, Mestre e Especialista em Psicologia Clínica. Docente da Faculdade de Tecnologia e Ciências de Salvador/BA, sócio-diretor do Delphos Instituto de Psicologia Humanista. Atua na área de Psicologia Clínica com a Abordagem Centrada na Pessoa.

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Publicado

2020-07-05

Edição

Seção

Artigos