“O mercado de trabalho é muito cruel”: representações sociais de mulheres em sofrimento psíquico

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17058/barbaroi.v0i57.15256

Palavras-chave:

Representação Social. Trabalho. Saúde Mental.

Resumo

O presente estudo teve como objetivo investigar as representações sociais sobre trabalho para pessoas em sofrimento psíquico. Trata-se de uma pesquisa-ação, de abordagem qualitativa e exploratória, desenvolvida por grupo no formato de sociodrama e ancorada na Teoria das Representações Sociais. Foram realizados 5 encontros com duração de 1 hora cada, com a participação de 6 usuárias de um Centro de Atenção Psicossocial. A análise de dados foi realizada com análise de conteúdo do tipo categorial, com o auxílio do software Atlas.ti. Os resultados evidenciaram 7 categorias que envolvem os aspectos adoecedores do trabalho, significado do trabalho, perspectivas de futuro, sonho de infância e adolescência, imagens relacionadas ao trabalho e sociabilidade. As representações sociais do trabalho para as participantes estão ancoradas em suas experiências negativas de trabalho e objetificadas na imagem do dinheiro, que garante a subsistência e o lazer.

Biografia do Autor

Marieli Mezari Vitali, Universidade Federal de Santa Catarina

Mestranda vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Bacharel em Psicologia pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC).

Camila Maffioleti Cavaler, Universidade Federal de Santa Catarina

Mestranda vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Bacharel em Psicologia pela Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC).

Jacks Soratto, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Professor vinculado ao Programa de Pós-Graduação e Residência Multiprofissional em Saúde Coletiva da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC). Doutor em Enfermagem pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Amanda Castro, Universidade do Extremo Sul Catarinense

Professora vinculado ao departamento de Psicologia da Universidade do Extremo Sul Catarinense (UNESC) e Universidade Estácio de Sá. Doutora em Psicologia pela Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

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Publicado

2020-07-05

Edição

Seção

Artigos