DO MANICÔMIO AO CAPS. DA CONTENÇÃO (IM)PIEDOSA À RESPONSABILIZAÇÃO

Autores

  • Carlos Mendes Rosa
  • Junia de Vilhena

DOI:

https://doi.org/10.17058/barbaroi.v0i37.2498

Palavras-chave:

Reforma Psiquiátrica, CAPS, clínica, singularidade

Resumo

O presente trabalho é uma reflexão sobre a clínica nos serviços substitutivos em saúde mental, como possibilidade de reabilitação e resgate da cidadania dos pacientes portadores de transtornos mentais, bem como de valorização do sujeito. O texto faz uma análise do ambiente institucional, desde a Reforma Psiquiátrica até a situação atual dos CAPS (Centro de Atenção Psicossocial); o processo de criação dos serviços, seu estabelecimento enquanto prática privilegiada pelo governo, sua heterogeneidade e suas contradições. Examina algumas ações tomadas pelas equipes de trabalho em um CAPS da região central de Goiânia e sua aproximação com os ideais da Reforma. Aponta as questões que têm maior impacto nas dinâmicas entre paciente e profissional, questionando os pressupostos da clínica na assistência, sua relação com a prática social e o valor da singularidade nos atendimentos.

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Publicado

2013-01-22

Edição

Seção

Artigos