A INTERSETORIALIDADE ENQUANTO ESTRATÉGIA PROFISSIONAL DO SERVIÇO SOCIAL NA SAÚDE

Autores

  • Patricia Barreto Cavalcanti Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Paraíba
  • Rafael Nicolau Carvalho Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Paraíba
  • Ana Paula Rocha de Sales Miranda Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Paraíba
  • Katiusca Torres Medeiros Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Paraíba
  • Andreza Carla da Silva Dantas Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Paraíba

DOI:

https://doi.org/10.17058/barbaroi.v0i39.3153

Palavras-chave:

Intersetorialidade. Serviço Social. Atenção Básica.

Resumo

O artigo em tela é produto de reflexões teóricas que vêm sendo realizadas desde 2012, no Setor de Estudos e Pesquisas em Saúde e Serviço Social, no contexto de operacionalização do projeto de pesquisa “Serviço Social, Política de Saúde e Intersetorialidade: Repercussões, desafios e perspectivas para o Assistente Social na atenção básica. O objetivo deste artigo é contribuir para o debate acerca da estratégia da intersetorialidade, por se entender que ela vem se constituindo numa estratégia frequentemente utilizada na atividade profissional dos Assistentes Sociais, apresentando, paradoxalmente, uma produção científica ainda incipiente no âmbito do Serviço Social em relação à articulação entre a estratégia citada e a prática profissional. Os arranjos intersetoriais produzidos nos espaços sócio-ocupacionais para o enfrentamento das expressões da questão social têm tido o protagonismo do Serviço Social, notadamente quando se analisa a política de atenção básica em saúde. As determinações sociais que se articulam ao processo saúde-doença têm provocado um volume intenso de demandas à rede de atendimento, necessitando, portanto, de um enfrentamento integral na busca de resolutividade. A integralidade almejada, imprime a necessidade da construção de arranjos setoriais e no decurso desse processo as intervenções dos Assistentes Sociais têm se mostrado elos importantes no itinerário que o usuário percorre dentro do Sistema de Saúde.

Biografia do Autor

Patricia Barreto Cavalcanti, Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Paraíba

Professora Associado III do Departamento de Serviço Social da UFPB. Doutora em Serviço Social pela PUC-SP. Coordenadora do Setor de Estudos e Pesquisas em Saúde e Serviço Social- SEPSASS. Preceptora da Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade- UFPB/CCS.

Rafael Nicolau Carvalho, Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Paraíba

Professor Assistente do Departamento de Serviço Social da Universidade Federal da Paraíba-UFPB. Mestre em Serviço Social pela UFPB. Doutorando em Ciências Sociais da UFPB. Pesquisador do Setor de Estudos e Pesquisas em Serviço Social- SEPSASS. Preceptor da Residência Multiprofissional em Saúde da Família e Comunidade- UFPB/CCS. Tutor do PET-Saúde Mental.

Ana Paula Rocha de Sales Miranda, Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Paraíba

Professora Adjunta do Departamento de Serviço Social da Universidade Federal da Paraíba-UFPB. Doutora em Serviço Social pelo Programa de Estudos Pós-Graduados em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.

Katiusca Torres Medeiros, Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Paraíba

Professora e Coordenadora do Curso de Bacharelado em Serviço Social da Faculdade Santa Maria-FSM. Mestre em Serviço Social -UFPB e pesquisadora do Setor de Estudos e Pesquisas em Saúde e Serviço Social-SEPSASS/UFPB.

Andreza Carla da Silva Dantas, Universidade Federal da Paraíba (UFPB) – Paraíba

Mestre em Serviço Social-UFPB e pesquisadora do Setor de Estudos e Pesquisas em Saúde e Serviço Social-SEPSASS/UFPB.

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Publicado

2014-01-04

Edição

Seção

Artigos