Síndrome de Burnout: implicações conflituosas entre relações profissionais e familiares

Autores

  • Tiago Luan Labres Freitas UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL
  • Jaqueline Ana Foschera UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL
  • Vanessa Schneider UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL
  • Maria Elisabete Calada Ramalho dos Santos UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL
  • Lais Griebeler Hendges UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL
  • Valéria de Bettio Mattos UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL

DOI:

https://doi.org/10.17058/barbaroi.v51i1.4033

Palavras-chave:

Síndrome de Burnout, Família, Trabalho, Estresse.

Resumo

A síndrome de Burnout caracteriza-se por um estado de esgotamento, decepção e perda do interesse pelo trabalho, produz sofrimento no indivíduo e tem consequências sobre o seu estado de saúde e o seu desempenho profissional. Acomete geralmente profissionais que trabalham em contato direto com pessoas, sendo predominante nos profissionais de saúde, como por exemplo, enfermeiros e profissionais da segurança pública, levando-os a desenvolver sentimentos de frustração, frieza e indiferença e sofrimento. O objetivo deste trabalho é identificar a prevalência do conflito entre trabalho e vida familiar em profissionais da área da saúde e segurança pública de determinada instituição governamental. Foi utilizado o método quantitativo para coleta de dados que contou com a participação de 25 pessoas dentre estas médicos, técnicos de regulação médica, soldados e agentes. Conclui-se que ao confrontar as exigências do trabalho às do lar a necessidade de se estabelecer outra lógica de convivência qual foi imposta historicamente a homens e mulheres, que vai além de entendimento das demandas de trabalho e divisão de tarefas a fim de solucionar problemas para não transformar a relação família- trabalho em algo corrosivo e degradado.

Biografia do Autor

Tiago Luan Labres Freitas, UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL

Acadêmico do 6º período do curso de bacharelado em Enfermagem da Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó SC

Jaqueline Ana Foschera, UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL

Acadêmica do 6º período do curso de bacharelado em Enfermagem da Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó SC

Vanessa Schneider, UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL

Acadêmica do 6º período do curso de bacharelado em Enfermagem da Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó SC

Maria Elisabete Calada Ramalho dos Santos, UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL

Acadêmica do 6º período do curso de bacharelado em Enfermagem da Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó SC

Lais Griebeler Hendges, UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL

Acadêmica do 6º período do curso de bacharelado em Enfermagem da Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó SC

Valéria de Bettio Mattos, UNIVERSIDADE FEDERAL DA FRONTEIRA SUL

Psicóloga graduada pela UFSC, doutora em educação pela UFSC, professora Adjunta da Universidade Federal da Fronteira Sul, Campus Chapecó SC

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Publicado

2019-01-05

Edição

Seção

Artigos