Trabalho de campo da Psicologia Social em uma Lan House: inclusão ou mediação digital?

Autores

  • Maria de Fátima Aranha de Queiroz e Melo Universidade Federal de São João del Rei
  • Márcia Oliveira Moraes Universidade Federal Fluminense UFF

DOI:

https://doi.org/10.17058/barbaroi.v51i1.6434

Palavras-chave:

Tecnologias de Informação e Comunicação, Teoria Ator-Rede, Inclusão Digital,

Resumo

Este artigo tem o propósito de problematizar o que comumente tem sido chamado de “inclusão digital”, apresentando o fenômeno a partir de três referências: o trabalho de campo da psicologia social realizado em uma Lan house instalada num campus de universidade; as contribuições da Teoria Ator-Rede como referencial teórico-metodológico; as contribuições de autoras que defendem a postura ético-política de um pesquisarCom e não sobre os participantes de uma investigação. Essa problematização ocorre de forma reflexiva ao longo de um período em que oficinas mediadas por computadores com acesso à internet têm sido frequentadas por diferentes públicos, impondo a necessidade de engendrar estratégias variadas no que atualmente entendemos como uma “mediação”. Considera-se que as tecnologias digitais podem ser potencializadas para ações imprevistas, ora revelando-se como territórios de subjetivação, ora mostrando-se como disseminadoras de padrões.

Biografia do Autor

Maria de Fátima Aranha de Queiroz e Melo, Universidade Federal de São João del Rei

Psicóloga, Psicopedagoga, Mestre em Educação. Doutora em Psicologia Social, Profa. dos cursos de graduação e mestrado em Psicologia da Universidade Federal de São João del Rei, Coordenadora da Brinquedoteca da UFSJ

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Publicado

2019-01-05

Edição

Seção

Relatos de Experiência