Vivências da maternidade e da relação mãe-bebê no primeiro ano de vida do bebê prematuro

Autores

  • Tagma Marina Donelli Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS
  • Stela Maris Henrich
  • Márcia Pinheiro Schaefer

DOI:

https://doi.org/10.17058/barbaroi.v0i49.7376

Palavras-chave:

maternidade, relação mãe-bebê, prematuridade

Resumo

Este estudo objetivou investigar a vivência da maternidade e da relação mãe-bebê nos primeiros nove meses de vida de bebês prematuros que estiveram internados em UTIN logo após o nascimento. Utilizou-se delineamento de estudo de casos múltiplos, de caráter longitudinal, sendo participantes três duplas mãe-bebê. Durante a internação, utilizou-se como instrumentos a Ficha de Dados Sócio Demográficos, a Ficha de Dados Clínicos e a Entrevista Clínica Materna – versão hospitalar, para investigar as expectativas e os sentimentos das mães sobre a maternidade, o bebê e seu desenvolvimento futuro. Após a alta aplicou-se a domicílio a Entrevista Clínica Materna – versão ambulatorial, entre o terceiro e quarto mês e entre o oitavo e nono mês de vida dos bebês. A análise dos dados apontou que durante a internação hospitalar, as mães experimentaram uma sobrecarga emocional quase atenuou com o passar dos meses, embora o nascimento prematuro ainda fosse lembrado com tristeza pelas três mães. Observou-se, ainda, uma grande dificuldade de separação vivida pelas mães, que pareceu se agravar com o passar do tempo e o crescimento dos bebês.

Biografia do Autor

Tagma Marina Donelli, Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS

Professora e pesquisadora do Programa de Pós-graduação em Psicologia Clínica da Universidade do Vale do Rio dos Sinos - UNISINOS, São Leopoldo, RS, Brasil

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Publicado

2017-12-12

Edição

Seção

Artigos