COMUNICAÇÃO E EDUCAÇÃO NA LITERATURA DISTÓPICA: de Nós (1924) a Jogos vorazes (2008)

Ana Laura Neumann, Taíssi Alessandra Cardoso da Silva, Rudinei Kopp

Resumo


O texto analisa, inicialmente, as representações em comunicação e educação nos textos distópicos Nós (1924), de Evgueny Zamiatin, Admirável Mundo Novo (1932), de Aldous Huxley, 1984 (1949), de George Orwell, Revolução no Futuro (1952), de Kurt Vonnegut Jr. e Fahrenheit 451 (1953), de Ray de Bradbury. Juntamente com as análises são apresentadas as características básicas da distopia. Como forma de atualizar a discussão sobre a temática, é acrescentada a análise de Jogos Vorazes (2008), de Suzanne Collins. Com esse conjunto de textos é possível apresentar um painel que revela a força da literatura distópica como forma de reflexão crítica sobre a sociedade em diferentes momentos da história.

Palavras-chave


Literatura; Distopia; Comunicação; Educação; Mídia; História do século XX.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/rjp.v3i1.3577



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