Exílio: aproximações entre uma educação popular e clandestina

Autores

  • Ângela Cristine Schulz Universidade de Santa Cruz do Sul
  • Lucas Romeira de Oliveira Universidade de Santa Cruz do Sul
  • Éder da Silva Silveira Universidade de Santa Cruz do Sul
  • Cheron Zanini Moretti Universidade de Santa Cruz do Sul

DOI:

https://doi.org/10.17058/rjp.v6i2.7304

Palavras-chave:

Exílio. Educação Popular. Educação Clandestina. Paulo Freire.

Resumo

O presente artigo resulta do trabalho cooperativo entre os projetos Educação Clandestina e Traição: uma história da educação dos comunistas no Brasil da Guerra Fria e Educação Popular e Pesquisa Ação-Participante: respostas descoloniais no contexto de transmodernidade na América Latina, durante o ano de 2015. Tratamos aqui, das reflexões resultantes da análise das obras escritas pelo educador brasileiro Paulo Freire, durante o tempo em que permaneceu em exílio, no Chile. Sob o prisma desta experiência, expressa em Educação como prática da Liberdade e Pedagogia do Oprimido, buscamos compreender como ocorreu a aproximação de educação popular e clandestina vivenciada no movimento de alfabetização que ficou conhecido como os Círculos de Cultura, planejados e executados por Freire e outros educadores, em várias regiões do Brasil, entre meados dos anos de 1950 e início da década de 1960.

Biografia do Autor

Ângela Cristine Schulz, Universidade de Santa Cruz do Sul

Acadêmico do Curso de Pedagogia Departamento de Educação

Lucas Romeira de Oliveira, Universidade de Santa Cruz do Sul

Acadêmico do Curso de História Departamento de História e Geografia

Éder da Silva Silveira, Universidade de Santa Cruz do Sul

Departamento de História e Geografia - História

Cheron Zanini Moretti, Universidade de Santa Cruz do Sul

Departamento de Educação - Educação

Downloads

Publicado

2016-10-31

Edição

Seção

CIÊNCIAS HUMANAS