COMPLEXIDADE E UNIVERSIDADE

Edna Lemes Martins Pereira, Ana Celuta Fulgêncio Taveira, Eliézer Marques Faria

Resumo


A globalização econômica atinge os diferentes países no globo terrestre, apresentando efeitos positivos principalmente relacionados com o acesso à comunicação, que favorece a troca de idéias, de informações, de produtos e a qualidade de vida. Entretanto, amplia inúmeros aspectos negativos como a marginalização, as dependências econômicas, políticas, culturais, científica, educacionais que acentuam as desigualdades sociais e os conflitos culturais e territoriais. Neste artigo faz-se um diálogo com autores (CUNHA 2009; BARNETT 2005; MORIN 1999; 2006; dentre outros), que entendem estas transformações na sociedade mundial como provenientes da contemporaneidade concebida como “era da complexidade” ou da “supercomplexidade”. Para entender e dar conta desta realidade, eles propõem um paradigma que seja capaz de superar a fragmentação e os reducionismos dos saberes e de relacionar as múltiplas abordagens e visões para atender à complexidade do real. Ainda neste trabalho apresentam-se propostas que os autores supracitados apontam para a educação e à universidade que se encontram neste emaranhado de transformações mundiais interligadas, dada à necessidade de constituir sujeitos para atuar em uma realidade complexa que exige profissionais críticos e autocríticos, capazes de pensar sobre sua própria capacidade de pensar, compreender e atuar neste contexto complexo.

Palavras-chave


Complexidade; Supercomplexidade; Educação; Universidade

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/rea.v21i2.3658

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