Narrativas de terror: Propostas de leitura e escrita

Andréia Luísa Schirmann, Fátima da Costa Silva, Greici Pires, Isamara de Oliveira, Cristiane Dall’ CortivoLebler

Resumo


Este trabalho intenta compartilhar nossas experiências enquanto bolsistas do Subprojeto LetrasPortuguês PIBID/UNISC envolvidas com oficinas nas turmas de anos finais do EnsinoFundamental da E.M.E.F. Santuário, na cidade de Santa Cruz do Sul. O objetivo do trabalho édiscutir como a leitura literária e o estudo de texto, através do uso do gênero conto (terror),conduzem eficazmente às práticas leitoras e aos valores próprios do ideal de leitor que se querformar. Na busca desse intuito, nos valemos de propostas de leitura e de escrita, todas elas coma finalidade de ajudar o aluno a gostar de ler e de escrever em sua língua materna. Com basenos estudos de Magda Soares (2011), buscamos vivências de leitura na sala de aula em que aescolarização fosse positiva. Assim, propusemos apresentar aos alunos uma seleção de textosnarrativos adaptados por Telma Guimarães, do autor Edgar Allan Poe, contribuindo para seuletramento amplo. Partindo desse plano, realizamos leituras para instigar a imaginação e acriatividade dos alunos. Para isso, nos preparamos antecipadamente, lendo os textos para nosapropriarmos e envolvermos os alunos com o nosso dizer. Essa atividade resultou na produçãoe na leitura de textos narrativos (contos e micro contos de terror) e contribuiu para o ato de lere de escrever, o que se tornaria mais difícil em atividades escolarizadas. Posteriormente, oscontos foram impressos em formato para cartaz, os quais foram confeccionados pelos alunos.Primeiro, os estudantes digitaram seus contos e micro contos no laboratório de informática.1 Andréia Luísa Schirmann, acadêmica de Letras Português/Inglês. Bolsista de iniciação à docência, SubprojetoPortuguês, E.E.E.B. Estado de Goiás de Santa Cruz do Sul, Universidade de Santa Cruz do Sul.2 Fátima da Costa Silva, acadêmica de Letras Português/Inglês. Ex-bolsista de iniciação à docência, SubprojetoPortuguês, E.M.E.F. Santuário, Universidade de Santa Cruz do Sul.3Greici Pires, acadêmica de Letras Português/Inglês. Bolsista de iniciação à docência, Subprojeto Português,E.M.E.F. Santuário, Universidade de Santa Cruz do Sul.4Isamara de Oliveira, acadêmica de Letras Português/Espanhol. Bolsista de iniciação à docência, SubprojetoPortuguês, E.M.E.F. Santuário, Universidade de Santa Cruz do Sul.5 Cristiane Dall’Cortivo Lebler, Doutora, Coordenadora subprojeto PIBID Português, Universidade de Santa Cruzdo Sul.Após, escolheram livremente imagens que decidiram ser relacionadas à temática terror. Por fim, o material foi impresso, colado e plastificado em folhas de cartona e customizado por cada discente. Os cartazes foram apresentados na mostra de trabalhos do educandário e, após, foram expostos no mural da escola. Concluímos que repensar a forma de fazer leitura na escola e usar recursos que beneficiem e incentivem os alunos no seu aprendizado é de fundamental importância, proporcionando um maior conhecimento da nossa língua, vista de forma mais dinâmica e divertida.Este trabalho intenta compartilhar nossas experiências enquanto bolsistas do Subprojeto LetrasPortuguês PIBID/UNISC envolvidas com oficinas nas turmas de anos finais do EnsinoFundamental da E.M.E.F. Santuário, na cidade de Santa Cruz do Sul. O objetivo do trabalho édiscutir como a leitura literária e o estudo de texto, através do uso do gênero conto (terror),conduzem eficazmente às práticas leitoras e aos valores próprios do ideal de leitor que se querformar. Na busca desse intuito, nos valemos de propostas de leitura e de escrita, todas elas coma finalidade de ajudar o aluno a gostar de ler e de escrever em sua língua materna. Com basenos estudos de Magda Soares (2011), buscamos vivências de leitura na sala de aula em que aescolarização fosse positiva. Assim, propusemos apresentar aos alunos uma seleção de textosnarrativos adaptados por Telma Guimarães, do autor Edgar Allan Poe, contribuindo para seuletramento amplo. Partindo desse plano, realizamos leituras para instigar a imaginação e acriatividade dos alunos. Para isso, nos preparamos antecipadamente, lendo os textos para nosapropriarmos e envolvermos os alunos com o nosso dizer. Essa atividade resultou na produçãoe na leitura de textos narrativos (contos e micro contos de terror) e contribuiu para o ato de lere de escrever, o que se tornaria mais difícil em atividades escolarizadas. Posteriormente, oscontos foram impressos em formato para cartaz, os quais foram confeccionados pelos alunos.Primeiro, os estudantes digitaram seus contos e micro contos no laboratório de informática.1 Andréia Luísa Schirmann, acadêmica de Letras Português/Inglês. Bolsista de iniciação à docência, SubprojetoPortuguês, E.E.E.B. Estado de Goiás de Santa Cruz do Sul, Universidade de Santa Cruz do Sul.2 Fátima da Costa Silva, acadêmica de Letras Português/Inglês. Ex-bolsista de iniciação à docência, SubprojetoPortuguês, E.M.E.F. Santuário, Universidade de Santa Cruz do Sul.3Greici Pires, acadêmica de Letras Português/Inglês. Bolsista de iniciação à docência, Subprojeto Português,E.M.E.F. Santuário, Universidade de Santa Cruz do Sul.4Isamara de Oliveira, acadêmica de Letras Português/Espanhol. Bolsista de iniciação à docência, SubprojetoPortuguês, E.M.E.F. Santuário, Universidade de Santa Cruz do Sul.5 Cristiane Dall’Cortivo Lebler, Doutora, Coordenadora subprojeto PIBID Português, Universidade de Santa Cruzdo Sul.Após, escolheram livremente imagens que decidiram ser relacionadas à temática terror. Por fim, o material foi impresso, colado e plastificado em folhas de cartona e customizado por cada discente. Os cartazes foram apresentados na mostra de trabalhos do educandário e, após, foram expostos no mural da escola. Concluímos que repensar a forma de fazer leitura na escola e usar recursos que beneficiem e incentivem os alunos no seu aprendizado é de fundamental importância, proporcionando um maior conhecimento da nossa língua, vista de forma mais dinâmica e divertida.

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