PERCEPÇÃO COMO INTERPRETAÇÃO

Autores

  • Rodrigo Duarte

DOI:

https://doi.org/10.17058/rea.v16i2.669

Resumo

Este artigo enfoca a apropriação que Horkheimer e Adorno fazem da doutrina kantiana do esquematismo no sentido de apontar para o procedimento – característico da indústria cultural – de usurpar de seus consumidores a capacidade de “esquematizar” (referir intuições a conceitos) por si próprios. Considerando-se que os autores não dão outras indicações sobre como se dá esse processo em relação aos meios de massa, o texto procura explicar como a própria percepção em geral é atingida pela “usurpação do esquematismo” a partir de colocações do capítulo da Dialética do esclarecimento sobre o antisemitismo. Essas colocações são complementadas – e também comparadas – com as de Hans Lenk no seu livro O pensamento e o seu conteúdo.

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Publicado

2009-03-04

Como Citar

Duarte, R. (2009). PERCEPÇÃO COMO INTERPRETAÇÃO. Reflexão E Ação, 16(2), 51-76. https://doi.org/10.17058/rea.v16i2.669

Edição

Seção

Artigos Temáticos