Eliane Brum e as personagens complexas da obra A vida que ninguém vê

Kassia Nobre, Fabiana Piccinin

Resumo


Este artigo discute as apropriações da literatura na obra A vida que ninguém vê (2006) da jornalista Eliane Brum. As reportagens da autora são exemplos de como a narrativa jornalística propõe desvendar o humano por meio da observação de suas ações, intenções e percepções. Assim, a pesquisa utiliza o estudo sobre a personagem dos teóricos Antonio Candido (1998) e E.M Forster (1974) para mostrar que as fontes jornalísticas de Eliane Brum comportam-se como entes ficcionais ao tornarem-se protagonistas e, ao mesmo tempo, representarem a complexidade da natureza humana.
PALAVRAS-CHAVE: jornalismo; literatura; jornalismo humanizado

Palavras-chave


jornalismo; literatura; jornalismo humanizado

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/rzm.v1i2.4019