Modernidade e pós-modernidade em El gran Señor, de Enrique Rosas Paravicino

Miguel Arribasplata Cabanillas

Resumo


Em El Gran Señor, de Enrique Rosas Paravicino, há uma confluência de passado histórico e presente conflituoso em que o fervor religioso cumpre o papel de um núcleo integrador. Na sociedade andina ficcionaliada, aparece uma galeria inovadora de tipos sociais, como corresponde a um país, como o Peru, em luta para integrar a modernidade com a tradição cultural. Os Andes constituem um grande cenário de uma épica popular, com todo o colorido de gentes e a paisagem de sua cultura. Tudo se move em torno a um traço que é predominante no romance: o Cristo da “Nieve Resplandeciente”. Aqui, o sincretismo religioso dá lugar à presença de personagens envolvidos no mito, na magia e na tradição oral, ao mesmo tempo em que assomam as mudanças sociais e políticas impulsionadas por atores embarcados em projetos mundanos, de acordo com outro grande mito: o avanço coletivo, na perspectiva do desenvolvimento nacional.

Palavras-chave


El gran señor. Tradição cultural. Modernidade/Pós-Modernidade. Narrativa andina peruana.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/signo.v40i69.6474

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