Signo

Revista do Curso de Letras e do Programa de Pós-Graduação em Letras - Mestrado e Doutorado, vinculados ao Departamento de Ciências, Humanidades e Educação, da Universidade de Santa Cruz do Sul. Revista Signo é A2 no Qualis CAPES 2014 (2010-2012) e B1 no Qualis CAPES 2015 (2013-2016).

A revista Signo é publicada pelo Centro de Estudos e Pesquisas Linguísticas e Literárias - CEPELL, ligado ao Curso de Letras e ao Programa de Pós-Graduação em Letras da UNISC.

Signo circula desde 1975, com periodicidade semestral. A versão impressa da revista circulou de 1975 a 2006, com o ISSN 0101-1812. A partir de 2007, a revista passou a ter apenas versão eletrônica, sob o e-ISSN 1982-2014. Em 2016, Signo passou a ser quadrimestral.

A revista divulga estudos inéditos, de caráter teórico ou aplicado, na área de Literatura e Linguística e suas interfaces. A publicação de edições temáticas fica a critério da Equipe Editorial. A Signo não cobra dos autores taxas para submissão, avaliação e publicação dos artigos, apoiando políticas de acesso livre.

Atualmente, a revista Signo está indexada nas seguintes bases:
Diretórios
1. DOAJ - www.doaj.org
2. Diadorim - diadorim.ibict.br
3. Crossref - search.crossref.org/
4. Latindex - www.latindex.org
5. ProQuest Linguistics and Language Behavior Abstracts - www.proquest.libguides.com/llba
6. Google Acadêmico - https://scholar.google.com.br/
Base de Dados
1. Sumários.Org - www.sumarios.org
Catálogos
1. Portal .periodicos. Capes - www-periodicos-capes-gov-br
2. LivRe - www.cnen.gov.br

Notícias

 

Chamada Signo: v. 46, número 86: Programa Ler para Aprender (LPA) e seu potencial pedagógico

 
O Programa Ler para Aprender (LPA), em inglês Reading to Learn (R2L), surgiu na Austrália no final da década de 1990 com o propósito de enfrentar um dos problemas centrais para a educação na época (e por que não dizer de todas as épocas): a participação desigual dos estudantes nas atividades de aprendizagem na escola durante as práticas de leitura e escrita, provocada por vários fatores, dentre eles a origem familiar e a classe social. Rose e Martin (2012) argumentam que a desigualdade educacional persistia porque a abordagem dominante não ensinava explicitamente as habilidades necessárias para o letramento.  
Publicado: 2020-11-03 Mais...
 

Chamada Signo: v. 46, número 85: Ensino de língua em tempos de pandemia: aprendizagens e perspectivas

 
Em 2020, o limite entre a ficção e a realidade se rompeu quando o mundo passou a vivenciar a pandemia causada pelo coronavírus SARS-CoV-2. Inúmeros países ao redor do mundo, inclusive o Brasil, implementaram medidas de distanciamento social para conter o avanço desse vírus altamente contagioso, evitar a sobrecarga do sistema de saúde e preservar a vida humana. Essas medidas de isolamento social repercutiram no sistema de ensino, tanto em nível básico quanto superior, seja ele público ou privado. Escolas e universidades adotaram posturas diversas em relação às atividades de ensino: algumas optaram pela sua suspensão completa; outras determinaram a manutenção das atividades remotamente, pelo uso
das tecnologias da informação e comunicação.
 
Publicado: 2020-09-08 Mais...
 

Signo, v.45, n.84: SEXUAL POLITICS, 50 ANOS DEPOIS: LEITURAS, REVISÕES E DIÁLOGOS NA CRÍTICA FEMINISTA CONTEMPORÂNEA

 
Sexual Politics, publicada em 1970, representou um marco no desenvolvimento dos estudos feministas, sobretudo no que se refere à chamada corrente anglo-americana. Seguindo o caminho aberto por Virginia Woolf (na década de 1920), Simone de Beauvoir (no final dos anos 1940) e Betty Friedan (no decênio de 1960), Kate Millett deu início a um amplo e aprofundado estudo sobre o pensamento patriarcal, que levou a sua definição teórica de política sexual. Mais do que apenas mergulhar em seus antecedentes históricos, trazendo evidências das ciências biológicas quanto ao caráter cultural do gênero (uma das suas referências foi o livro de Robert Stollers, Sex and Gender, publicado em 1968), ela apresentou uma convincente análise do funcionamento da política sexual, incluindo questões de raça, incorporada por textos literários de escritores do sexo masculino. Com uma extensa pesquisa sobre a complexa estrutura da dominação patriarcal exercida por meio da sexualização do poder, Millett inaugurou o caminho percorrido pelo feminismo teórico anglófono, ampliando sua influência por outras geografias e contextos nacionais.  
Publicado: 2020-07-07 Mais...
 

[SIGNO]44 anos, 44 volumes, 80 números online

 
Caros leitores,

É com grande alegria que comunicamos a disponibilização, no site da revista https://online.unisc.br/seer/index.php/signo/issue/archive , de todo o acervo da Signo, composto de 80 números, distribuídos em 44 volumes, publicados de 1975 a 2019.

De 1975 a 2005, Signo circulou em versão impressa, por isso 30 volumes foram escaneados para disponibilização online. Em 2006, tivemos a migração para a plataforma SEER e, de 2007 até o presente, nossa revista circula exclusivamente em formato digital.

Aproveitamos a oportunidade para informar que, de acordo com documento da CAPES publicado em julho de 2019, Signo é A1 na avaliação Qualis.

Nosso MUITO OBRIGADO a todos que fazem parte dessa história!

Equipe Signo
 
Publicado: 2019-09-19 Mais...
 
Outras notícias...

v. 45, n. 83 (2020)

Maio-Agosto

Sumário

Apresentação

Apresentação
Ângela Cogo Fronckowiak, Zila Letícia Goulart Pereira Rêgo
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1

O VIGOR DA LINGUAGEM NA POESIA INFANTIL E JUVENIL

Dulcimarta Lemos Lino, Sandra Regina Simonis Richter
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2-17
Edgar Roberto Kirchof
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18-31
Gláucia Regina Raposo de Souza
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32-36
Marli Cristina Tasca Marangoni, Flávia Brocchetto Ramos
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37-48
Eliane Aparecida Galvao Ribeiro Ferreira, Ricardo Magalhães Bulhões
49-60
Thiago Alves Valente
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61-68
Rosilene de Fátima Koscianski da Silveira, Eliane Santana Dias Debus, Fernando José Fraga de Azevedo
PDF
69-80
Jéssica Taiara Kottwitz, Rosiana Kist
PDF
81-89
Vera Lúcia Cardoso Medeiros, Débora Rosa, Lediane Trebien
PDF
90-99
Rosa Maria Cuba Riche
PDF
100-110