Supervisión en Psicoanálisis: una revisión sistemática (2012-2022)
DOI:
https://doi.org/10.17058/psiunisc.v7i2.18121Palabras clave:
Psicoanálisis, Supervisión, Transferencia, Discurso del AnalistaResumen
Introducción: La supervisión se considera uno de los tres pilares de la formación del psicoanalista, junto con el análisis personal y el estudio teórico. Este trabajo tiene como objetivo identificar las principales características atribuidas a la supervisión en psicoanálisis. Método: Se realizó una revisión sistemática con análisis narrativo de artículos académicos entre 2012 y 2022 encontrados en las bases de datos Scielo y Pepsic con los descriptores “supervisión” en asociación booleana “AND” “psicoanálisis” y “supervisión psicoanalítica”. Se seleccionaron 25 artículos. Resultados y discusión: Se publicó un mayor número de artículos en revistas de psicoanálisis. Los métodos más utilizados fueron los cualitativos, especialmente los informes de experiencia, relatos de casos y ensayos teóricos. Hubo una tendencia a la baja en el número de publicaciones sobre el tema en el período de tiempo analizado. El dispositivo de supervisión tiene su origen en la práctica médica de obtener experiencia profesional acompañada de un supervisor más experimentado. Distintas formas de entender la supervisión atraviesan la historia del psicoanálisis y su práctica se inserta en la formación de nuevos profesionales en instituciones psicoanalíticas y universidades. La orientación psicoanalítica también se encontró en la supervisión clínico-institucional en los servicios de asistencia a las políticas públicas. Las supervisiones pueden ser individuales o grupales, con características específicas, así como el manejo necesario por parte del supervisor. Se identificó la necesidad de discutir los efectos de la supervisión desde el punto de vista del supervisad.
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