Cooperações intermunicipais em áreas não-metropolitanas

Angela Maria Endlich

Resumo


As cooperações intermunicipais, nas suas variadas formas institucionais, crescem numericamente, além de incorporarem finalidades diversas. As alterações na espacialidade humana exigem que se modifiquem as formas de administração. É sobre este tema que dedicamos este artigo. A gestão compartilhada, embora ressaltada para áreas metropolitanas, é imprescindível para as demais áreas, polarizadas por cidades menores, como forma de viabilizar serviços e equipamentos públicos adequados à sociedade. Além disso, elas contribuem para que se constitua a demanda suficiente e não se criem estruturas obsoletas. Ademais, as cooperações intermunicipais são relevantes formas de composição de força política entre pequenas localidades, podendo favorecer sua visibilidade no campo do planejamento territorial. Combinamos procedimentos metodológicos quantitativos com o intuito de conhecer o avanço dessas experiências, bem como procedimentos qualitativos que permitiram conhecer de modo mais aprofundado suas dinâmicas. O trabalho traz reflexões acerca dessas formas de cooperação, sinalizando para a sua expansão no Brasil, bem como para os possíveis obstáculos encontrados, além de seus aspectos espaciais.

Palavras-chave


Cooperações intermunicipais. Gestão compartilhada. Pequenas localidades. Região.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.17058/redes.v23i3.12065

Flag Counter

Licença Creative Commons
Esta obra está licenciada com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.


Disponibilidade para depósito: permite o depósito das versões pré-print e pós-print de um artigo