Políticas habitacionais, segregação residencial e desigualdade no acesso às políticas públicas: uma análise a partir do acesso a serviços públicos de saúde

Marco Andre Cadoná, Cláudia Tirelli, Sílvia Virgínia Coutinho Areosa

Resumo


O artigo apresenta uma análise sobre a repercussão das políticas de habitação social e de direito à moradia, desenvolvidas pelo governo brasileiro a partir de 2009, sobre a dinâmica de reprodução social de populações pobres. Tomando como referência empírica um projeto habitacional do “Programa Minha Casa, Minha Vida”, na cidade de Santa Cruz do Sul (RS), o estudo utiliza as categorias de “nova pobreza” e de “segregação residencial” como referências teóricas para avaliar como esses programas afetam as redes de sociabilidade das populações pobres, (re) definindo o seu acesso a bens e serviços públicos, em especial serviços de saúde.

Palavras-chave


Nova pobreza. Segregação residencial. Políticas públicas. Serviços de saúde.

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Artigo


DOI: http://dx.doi.org/10.17058/redes.v22i1.8518

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