A lembrança como corpo do tempo: diálogos sobre comunicação e temporalidades a partir de João Guimarães Rosa

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17058/rzm.v8i2.15041

Palavras-chave:

Comunicação, João Guimarães Rosa, Lembrança, Temporalidades

Resumo

Aqui, abordamos a demanda comunicacional de culto à velocidade/aceleração do tempo e seu confronto com a ideia de demora/contemplação. Exemplo desse embate entre pressa e vagar, o conto A Terceira Margem do Rio, de João Guimarães Rosa, mostra-se uma metodologia de reflexão. Por ele, acionamos a lembrança (um cerne do conto) como a esteira de uma temporalidade única (ou um rio que corre infinitamente), associamos outras figuras midiáticas e travamos diálogos sobre comunicação e temporalidades.

Biografia do Autor

Cláudio Coração, Universidade Federal de Ouro Preto

Professor do Programa de Pós-Graduação em Comunicação e do curso de Jornalismo da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Doutor em Comunicação: Meios e Processos Audiovisuais pela ECA/USP. Coordenador do Grupo de Pesquisa "Quintais: Cultura da Mídia, Arte e Política" (UFOP/CNPq). E-mail: crcorao@gmail.com.

William David Vieira, Universidade Federal de Minas Gerais

Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Comunicação Social da Universidade Federal de Minas Gerais (PPGCom/UFMG), com bolsa CAPES, e Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Pesquisador dos grupos “Núcleo de Estudos Tramas Comunicacionais: Narrativa e Experiência” (UFMG/CNPq) e “Quintais: Cultura da Mídia, Arte e Política” (UFOP/CNPq).

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Publicado

2021-04-12

Edição

Seção

Seção Livre