A interferência da polissemia do verbo fazer em sentenças causativas: uma análise linguística e cognitiva

Glenda Aparecida Queiroz Milanio, Wasney de Almeida Ferreira

Resumo


O objetivo deste artigo foi investigar se a polissemia do verbo fazer influencia na frequência de sentenças causativas (analíticas e semi-analíticas) construídas com esse verbo, tendo como aporte teórico os pressupostos da Linguística Teórica. Para isso, aplicamos o teste estatístico qui-quadrado, bem como o coeficiente de contingência modificado, visando a comparar o verbo causativo fazer (por ser mais polissêmico) com outros verbos causativos menos polissêmicos (assegurar, causar, cuidar, provar e provocar). As análises estatísticas e linguísticas demonstraram que há associação mediana (C*=0,53231) entre a polissemia do verbo fazer e sentenças causativas, embora a polissemia reduza a probabilidade de construções causativas com esse verbo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/signo.v38i65.4151

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