O banquete de Manuelzão

Maria da Gloria Bordini

Resumo


A novela “Uma estória de amor”, de Guimarães Rosa, pode ser interpretada como uma consideração filosófica sobre a existência e sua finitude, e sobre os trabalhos do amor, se comparada com O Banquete, de Platão, e sua teoria da natureza e qualidade de Eros. Vários críticos atestam as leituras de Platão por Rosa, e uma abordagem comparativa entre os dois textos revela o reflexo das ideias platônicas ficcionalizado ao longo da festa de Manuelzão, concorrendo para produzir um comovente relato da complexidade e contradições do amor entre o povo simples do sertão.

Palavras-chave


Guimarães Rosa. Platão. O Banquete. Eros. Existência e finitude.

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/signo.v42i74.8573

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