O impacto cognitivo do bilinguismo no envelhecimento e a aquisição de segunda língua por aprendizes idosos

Lívia Schleder de Borba

Resumo


Este artigo objetiva apresentar, através de uma revisão da literatura disponível, o que se sabe até o momento acerca do impacto cognitivo do bilinguismo ao longo da vida no envelhecimento e das peculiaridades do aprendiz idoso em seu processo de aquisição de segunda língua. Pesquisas recentes mostram que o bilinguismo pode atuar como um mecanismo protetor contra os declínios cognitivos associados ao envelhecimento. No entanto, há estudos que contestam essa visão e mostram a necessidade de novas investigações. Apesar dos numerosos estudos sobre bilinguismo e envelhecimento, é notória a falta de estudos acerca da aquisição de uma segunda língua por aprendizes idosos. Sabe-se que o desempenho cognitivo de idosos difere daquele de jovens adultos. Mais especificamente, estudos mostram déficits nas funções executivas e diminuição da velocidade de processamento (PARK; REUTER-LORENZ, 2014). Por isso, faz-se necessário perceber as peculiaridades do aprendiz idoso para investigar o seu processo de aquisição de uma segunda língua.

Palavras-chave


Bilinguismo; envelhecimento; Aquisição de segunda língua; Aprendizes idosos

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DOI: http://dx.doi.org/10.17058/signo.v45i82.14317

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