Ler e escrever criativamente: cores poéticas na prática de letramento literário cadáver esquisito

Autores

DOI:

https://doi.org/10.17058/signo.v46i85.15819

Palavras-chave:

Cadáver esquisito. Letramento literário. Ensino de literatura.

Resumo

O artigo relata uma prática de letramento literário inspirada na técnica surrealista do cadáver esquisito, vivenciada com alunos do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Federal da Paraíba, no primeiro semestre de 2020. Partindo da presença necessária da poesia na escola (Pinheiro, 2018), a prática se apresenta como uma estratégia didática que pode proporcionar ao educando uma experiência literária dessacralizadora da leitura e da produção poética. Amparados nos pressupostos do letramento literário (Cosson, 2019), discutiremos e analisaremos a experiência de ler e produzir poemas em sala de aula através da técnica do cadáver esquisito. Por meio dessa reflexão analítica, propomos essa prática como uma alternativa aos educadores que, em meio à pandemia da Covid-19, precisam atuar no ensino a distância. Em relação à metodologia, este estudo segue uma abordagem qualitativa de natureza aplicada, quanto aos procedimentos ela se configura como um educational design experiment.

Biografia do Autor

Beatriz Pereira Almeida, Universidade Federal da Paraíba

Graduada em Letras (Habilitação em Língua Portuguesa) pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Mestranda em Letras vinculada à área de Literatura, Teoria e Crítica, seguindo a linha de Leituras Literárias também pela Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Atualmente, é integrante do Grupo de Pesquisa Estágio, ensino e formação docente (http://www.ufpb.br/geef), na linha de Literatura infantil e juvenil, leitura e ensino.

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Publicado

2021-01-06