A poeticidade das coisas simples revelada em O fazedor de amanhecer

Autores

  • Sandra Regina Tornquist
  • Flávia Brocchetto Ramos

DOI:

https://doi.org/10.17058/signo.v37i62.2290

Palavras-chave:

Poesia. Leitura. Leitor iniciante. PNBE 2010.

Resumo

O presente estudo tem como objetivo analisar o livro O fazedor de amanhecer, de Manoel de Barros, que integra o acervo do Programa Nacional da Biblioteca Escolar (PNBE/2010) e cuja poesia se constrói por meio da revelação daquilo que tende a ser rejeitado ou ignorado pela percepção humana. Na obra, seres como grilos, moscas e sapos ganham importância, assumindo lugar de destaque. Desenvolvido com base na análise descritiva, por meio de pesquisa bibliográfica, o estudo apresenta, num primeiro momento, considerações sobre a importância da leitura na vida do ser humano, passando a enfocar, em seguida, peculiaridades da poesia, que propicia ao leitor uma experiência diferenciada, atingindo o imaginário, através das imagens poéticas. Com base nessa reflexão teórica, é focado o texto poético da obra, com vistas a revelar como o simples e muitas vezes julgado sem importância torna-se rico em poeticidade através da linguagem, possibilitando ao leitor a criação de uma nova visão acerca do seu entorno.

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Publicado

2012-01-04

Edição

Seção

Texto e hermenêutica